saudade (a-u) s. f. 1. Lembrança grata de pessoa ausente ou de alguma coisa de que nos vemos privados; 2. Pesar, mágoa que essa privação nos causa.
“Existem várias situações nas nossas vidas em que nos defrontamos com o sentimento definido resumidamente logo acima. Seja pela perda definitiva ou pela distância prolongada, todos nós já sentimos ou ainda sentiremos saudades.
Após alguns poucos dias de convivência constante com a tal palavra intraduzível e tudo que ela carrega, resolvi elaborar uma lista de 10 coisas simples que podem amenizar o sentimento, e dividir com os internautas que hoje navegam a esmo em busca de algum farol lhes indicando por qual caminho seguir.
Aliás, dizem que “saudade” na Língua Portuguesa nasceu junto com o nosso país, quando os descobridores de Portugal viam-se solitários e distantes de seus entes queridos, em uma terra completamente estranha.
Pois bem, vamos à lista.
Número 1: Paciência é mesmo uma virtude!
Ao longo do tempo vamos percebendo que vivenciamos coisas que fogem da nossa alçada, apesar de gostarmos de ter o controle de tudo em nossas mãos. Aquela saudade que vem acompanhada de uma oportunidade agradável deve ser vista como um presente para ambos, quem vai e quem fica. O tempo passa, as coisas se renovam, e ter paciência nesse momento é saber que com o girar do mundo, independentemente de qual seja a circunstância, você estará adaptado à ela.
Número 2: Ocupação é reação!
Preencher a mente com coisas divertidas é uma parte vital da nossa máquina. Trabalhar, estudar, aprender alguma coisa nova e diferente, sair com os amigos ou caminhar sem rumo definido, planejar, sonhar e realizar aquelas coisas que você considera importantes, mesmo que para os outros não sejam.
Número 3: Plantação de vitórias!
Tem alguma coisa que nos dê mais vida do que traçar um objetivo e conquistá-lo? Então. Cultivar vitórias pode se tornar um campo verde de gratificações. Faça-se orgulhar de você mesmo e pense: acordar feliz para mais um dia já é uma vitória, assim em um ano posso ter 365 motivos para comemorar.
Número 4: O tempo é valioso!
Em muitos momentos nos vemos contando segundos para que possamos eliminar de vez a saudade, sem perceber a importância desses segundos e de tudo que poderia ter sido feito nesse espaço de tempo. Podemos continuar amando aquilo que nos faz falta, mas utilizando o tempo a nosso favor. Faça um teste: fique por um minuto vendo o ponteiro de segundos se movendo no relógio, depois assista um bom filme de duas horas de duração e me diga o que foi mais fácil.
Número 5: Comunique-se!
Sim, comunique-se, mas não só com a pessoa que está distante. Divida seus sentimentos com outras pessoas. Não importa se é pela fala ou pela escrita, apenas traga para fora aquelas coisas que nos sufocam quando as deixamos presas. Deixe que outras pessoas conheçam seus valores e percebam o quanto você é importante e interessante. Assim, quem sabe, você terá mais coisas legais para contar no próximo contato com a pessoa que lhe faz falta.
Número 6: O copo está meio cheio!
Ser otimista e ver os acontecimentos de nossa história pessoal pelo lado positivo é quase sempre mais difícil do que parece. Contudo, se tirarmos um pouquinho de força das cinco dicas anteriores, poderemos perceber que tudo tem seu lado positivo, e que cada nova queda nos ensina uma nova maneira de não cair.
Número 7: Veja, tem mais pessoas aí!
Analisando com cuidado, perceba que existem mais pessoas por aí. Sim, pode parecer loucura minha, mas não estamos sozinhos. Não podemos nos esquecer dos amigos, irmãos e de todas as pessoas que em algum instante colocaram um sorriso em nosso rosto. De alguma forma eles se preocupam com você e fariam um enorme esforço para te manter na superfície. Aceite isso!
Número 8: Estenda a mão!
Enquanto você se distrai com seus desafios e pensa que tem sempre o maior problema do mundo sentado em seus ombros, acaba não vendo que os outros também precisam de atenção e um pouco de apoio às vezes. Não digo aqui que o seu problema precisa ser comparado com o de alguém, na verdade cada um sabe do seu. Porém, quando temos consciencia de que podemos ajudar, por que não oferecer ajuda. Faça a prova, esse sim é um desafio!
Número 9: Fuja do monstro em vez de alimentá-lo!
Li coisa parecida hoje mesmo. Esses sentimentos pesados podem ser comparados com um monstro gigante. Esse vilão gosta de alimentar-se daquelas lágrimas que escorrem pelo rosto de quem sente pena de si mesmo. Ele se agarra em quem se deixa prender pela melancolia e se acomoda com ela. É fato que o monstro não pode ser eliminado em definitivo em alguns casos, mas ainda assim você pode manter distância.
Número 10: Acredite!
A fé pura e simples. Acreditar plenamente no Ser que nos proteje, guia e está sempre conosco, independentemente do nome que você dá a Ele. Acredite em você mesmo e nas suas qualidades. Acredite, porque somente assim poderá levar à prática cada passo que humildemente divido aqui com você.
E boa sorte!”
ALEX STEINHORST
Adorei esse texto de um blog que eu acabei de conhecer, já que o autor passou aqui e deixou um comentário super encorajador. Falando nisso, vale a pena dar uma olhadinha em todas as novidades adicionadas ao “Visite-os!” aí do lado: o blog da Alice Santana, o fotolog lindo Alma Al Aire, o site gringo sobre cultura Brasileira Nossa!, o blog fofo Plastic Fantastic só sobre a marca Melissa, e o blog da autora Susan Beth Pfeffer (em Inglês).
Brenda Nepomuceno