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Desde que li o post #100factsaboutme no blog da Bárbara Farias, há muito tempo atrás, quis fazer um também. Ou por preguiça ou por não me achar tão interessante assim, acabei nunca escrevendo. Finalmente, encontrei um post no Tumblr que serviu de ponta-pé inicial e eis o resultado:

  1. Eu tenho um daqueles antigos cadernos de questionário, só para mim. Cada vez que eu o encontro guardado, em diferentes fases da minha vida, sento e respondo para ver como mudei.
  2. Se eu pudesse conhecer qualquer pessoa do mundo, seria obviamente a Taylor Swift.
  3. Os personagens fictícios de livros por quem eu mais me apaixonei foram o Aragorn de “O Senhor dos Anéis”, Buck Williams de “Deixados Para Trás” e Edward Cullen de “Crepúsculo”.
  4. Quando eu era bem pequena, fazia natação.
  5. Não consigo dormir sem algo me cobrindo – nem que seja um lençol fininho, mesmo no maior calor.
  6. Minha habilidade mais estranha é a de deixar meus dedos tortos, dobrando só as pontinhas. Sempre pensei que se eu fosse atriz acabaria sendo uma ótima bruxa, apontando torto para alguém – “você é o próximo!”
  7. Eu queria que a vida pudesse ser um musical, com todo mundo cantando e fazendo a mesma coreografia espontâneamente. Já que não dá, minha maior fantasia é ser uma atriz de musicais.
  8. Já escreveram um poema para mim.
  9. Eu sempre toco guitarra imaginária, mas passei por uma época muito longa de “piano imaginário”, quando eu estava aprendendo o de verdade. E faço o barulho da bateria no meio de conversas.
  10. Não tenho nenhum medo estranho (embora meus medos sejam vários), mas tenho mania de padrões, de combinar – números e as coisas mais TOC do meu dia-a-dia. O escorredor de louças é por ordem de tamanho, meus CDs por ordem alfabética, meu guarda-roupas por cor e eu detesto números ímpares. Já, inclusive, tirei o contador de posts por mês aqui do blog porque nos meses em que eles não eram pares me irritava vê-los ali.
  11. Sou evangélica, mas acho que o termo anda tão pejorativo que prefiro dizer que sou cristã. No fim das contas, envolve muito melhor o que eu represento.
  12. Não gosto de coisas ao ar livre, no meio da natureza, ou muito aventureiras.
  13. Nunca quebrei nenhum osso. Meu pior machucado foi quando torci o pulso caindo na escada, onde eu ficava pulando uma espécie de amarelinha que eu mesma inventei.
  14. Eu amo tirar fotos de tudo, e gostaria de ser mais fotogênica nas vezes em que tiram de mim.
  15. Minha banda favorita de todos os tempos é Flyleaf. Minha artista favorita de todos os tempos, para sempre e sempre, amém, é a Taylor Swift. Mas diariamente, se você me perguntar de quem estou gostando agora, essa resposta vai ser diferente.
  16. Eu sou uma péssima mentirosa. Todo mundo sabe quando não estou falando a verdade. E ainda me sinto tão culpada se mentir que me é mais fácil falar a verdade mesmo que ela seja a pior coisa do mundo.
  17. Não acredito em karma no sentido místico da coisa, mas a própria Bíblia já diz que “aquilo que plantar, isto também colherá”. Então sim, eu acredito que fazer coisas boas atrai recompensas – mesmo que elas sejam apenas celestiais. (Adoraria acreditar em karma, entretanto, e sentar para esperar a vingança contra aqueles que fazem mal para os outros.)
  18. Sempre escolho meu próprio nome para as URL dos meus sites porque sei da minha inconstância (e incompetência?) com nomes para blogs e afins e não gostaria de mudá-lo se tiver que permanecer com a URL antiga, de um nome diferente.
  19. Meu maior defeito é o meu perfeccionismo. Ao mesmo tempo, acho que é, também, a minha maior qualidade. Tanto os piores quanto os meus melhores sentimentos são frutos dessa mesma característica.
  20. Eu nunca fui daquelas que ficam babando em homem bonito. Aliás, sempre tive um gosto discutível. Acabei percebendo que não consigo achar bonito um cara (até mesmo uma pessoa, no geral) cuja personalidade me irrita, e até feio eu consigo achar lindo se tiver um bom coração. No fim das contas, o único famoso que eu sempre achei um “gato” é o Tom Welling, graças a ter passado minha adolescência assistindo Smallville.
  21. Em compensação, me redimi pelo mal-gosto em homens quando me apaixonei pelo meu namorado.
  22. Se eu estiver feliz, choro. Se eu estiver triste, choro. Mas se eu estiver brava, choro muito.
  23. Já colecionei papéis de carta, folhas de fichário e cartões telefônicos.
  24. Eu não suporto bate-papo online. Prefiro telefone, ou uma ligação de vídeo para matar melhor (ou atiçar ainda mais) a saudade.
  25. Nunca estou satisfeita com quem eu sou no momento. Quero ser sempre melhor.
  26. Eu detesto qualquer som que é gerado por dor – a dor alheia me dói muito mais que a minha própria.
  27. Meu som preferido no mundo, além de música boa, é a risada do meu namorado.
  28. “E se eu nunca tivesse me mudado para a Austrália” é a pergunta que mais me assusta.
  29. Acho que por ter sido criada na igreja, eu acredito muito no sobrenatural. Não no lado místico da coisa, com fantasmas e monstros, mas no lado espiritual mesmo. Ao mesmo tempo, sempre tive plena certeza de que se me mostrassem prova de que até unicórnios existem, eu nunca iria me surpreender.
  30. Acho que a profissão perfeita para mim seria organizadora de casamentos, já que sou obcecada com isso desde criança. Tive uma fase em que eu acreditava que ia me tornar designer de vestidos de noivas, e passava tardes desenhando modelitos no meu quarto. Amo todos os reality shows sobre casamento e planejava várias cerimônias para as minhas Barbies.
  31. O meu quarto está cheirando Wonderstruck, porque eu tenho um sachê pendurado dentro do meu guarda-roupas.
  32. Meu lugar preferido no mundo inteiro (dos poucos que eu conheci até agora) é a Mansão de Werribee. Na minha cidade natal, o Gabinete de Leitura.
  33. Gosto de praia, mas prefiro piscina (melhor ainda se for de ondas!) porque detesto areia.
  34. Não acredito em acaso, ou sorte.
  35. Eu amo chuva, e prefiro dias nublados, frios e sombrios. Acho que tudo brilha quando molhado.
  36. Nunca dirigi um carro na minha vida, e a idéia sempre me apavorou.
  37. Lia mais de cem livros por ano durante a minha adolescência.
  38. Amo cheiro de álcool, acetona e gasolina, mas o meu preferido no universo é baunilha. Chega a nível de obsessão, na verdade.
  39. Anoto todos os centavos que eu gasto num caderno de finanças.
  40. Durante a adolescência, anotava cada livro lido e filme assistido também.
  41. Eu já tive aquelas agendas que ficam parecendo uma pasta-sanfona de tanto papel de bala, bilhetinhos e recordações lá guardadas.
  42. Eu sou a pessoa mais obcecada e de fases que já conheci em toda a minha vida.
  43. Tenho a capacidade de ouvir uma música que eu gosto inúmeras vezes no repeat… num mesmo dia.
  44. Fui dançarina por muitos anos.
  45. Os únicos instrumentos que aprendi a tocar foram piano e flauta. Hoje em dia só toco campainha.
  46. Se eu pudesse nascer de novo e escolher, preferiria ser feia e ter uma baita voz. Aliás, trocaria qualquer atributo ou dom, exceto a minha inteligência, para cantar bem.
  47. Prefiro usar minha letra de mão, porque escrevo mais rápido e a acho mais bonita.
  48. Tenho mania de carregar uma Faber-Castell 062 Fine preta comigo onde quer que eu vá. Só gosto de usar ela.
  49. Acho mais difícil perdoar pessoas que fizeram mal contra quem eu amo do que contra eu mesma.
  50. Não acredito em signo, numerologia nem nada místico.
  51. Eu sou uma shopaholic.
  52. Fiz um curso de design de moda.
  53. As únicas revistas que eu assino são Reader’s Digest (“Seleções”) e Vogue.
  54. Tenho pavor de esportes – mais de jogar do que assistir, mas prefiro manter uma distância saudável sempre que possível.
  55. Também detesto academia, mas prefiro freqüentar porque eu nunca faria plástica na minha vida (mesmo tendo defeitos que me incomodam).
  56. A coisa em que eu mais creio e amo no mundo, além de Deus, é no amor. Mas se Deus é Amor, então talvez seja nisso mesmo que eu mais tenho fé, no fim das contas.
  57. Meu primeiro namorado é não apenas meu melhor amigo como o amor da minha vida, e estamos juntos há vinte meses.
  58. Por falar nisso, acredito piamente que o motivo pelo qual eu vim para Austrália foi para conhecê-lo. E que se eu não tivesse, a gente teria se encontrado de alguma outra forma.
  59. Minha cor preferida é rosa. E eu não gosto nem um pouco de assumir quão clichê isso soa.
  60. Detesto usar cores vibrantes – minhas roupas são geralmente sóbrias ou pastéis. Beges predominam.
  61. Não consigo dormir de meia.
  62. Minha melhor amiga ainda é a mesma pessoa que eu conheci na escola aos onze anos de idade.
  63. Passei por uma fase tão grande de amor por tartarugas que queria ser bióloga marinha para me formar e ir trabalhar no projeto TAMAR. Inclusive, foi lá que comprei a minha agenda daquele ano.
  64. Minha marca preferida de sapatos é Melissa, mesmo eu sendo suspeita para falar.
  65. Eu nunca li a Bíblia inteira em ordem, mas já li todos os livros algumas vezes.
  66. Minha Idol preferida é a Brooke Whiite, porque não acompanhava American Idol na época da Kelly Clarkson ou Carrie Underwood.
  67. Não sou muito chegada em música brasileira.
  68. A minha vida toda, quando ficava amiga de alguém, a pessoa sempre me confessava, mais tarde, que me achava super metida inicialmente. Desde que me mudei para a Austrália, não houve um único caso.
  69. Minha bisavó era francesa.
  70. Já fui uma amiga melhor.
  71. Sou extremamente pontual, e espero o mesmo das pessoas com quem vou me encontrar.
  72. Detesto ser forçada a tomar decisões quando ninguém mais decide nada.
  73. Nunca achei que fosse, mas descobri ser bastante ciumenta.
  74. Se eu pudesse, trocaria os meus dias pela noite. Funciono melhor e acho tudo a respeito da noite muito mais bonito.
  75. Sou chocólatra assumida.
  76. Não acredito em amizade depois do término de relacionamentos, e ainda preciso ser convencida de que homens e mulheres podem ser “apenas amigos”.
  77. Eu tenho uma alma de velha e sinto que nunca fui uma adolescente de verdade. Vai ver é por isso que sou tão “vintage” para tudo.
  78. Não digo “eu te amo” se não for verdade.
  79. Só entendo o que se passa dentro de mim quando estou colocando tudo no papel.
  80. Sou preconceituosa com gente que tem preconceito. Sim, sou um paradoxo ambulante.
  81. Não quero ter filhos, mas se eu tivesse uma menina se chamaria Chloe. Ou Ana (só Ana).
  82. Não nasci em Jundiaí mas sempre coloco quando preenchendo “cidade Natal”.
  83. Meu nome completo é Brenda Nepomuceno Martins Cândido Silva. Nepomuceno é o único sobrenome que eu amo e eu não vejo a hora de arrancar, legalmente, os últimos três.
  84. Acho besteira ser cristão bitolado – por mim, os cristãos seriam sempre as pessoas mais influentes, cultas e legais da humanidade, para mostrar a todos quem Jesus realmente é e fazer uma contribuição à sociedade.
  85. Acredito que a chave de qualquer relacionamento é a sinceridade, mesmo que ela precise vir acompanhada de lágrimas.
  86. Tenho pés de Cinderella. Além de serem pequenos (calço 35), são extremamente sensíveis e problemáticos.
  87. Herdei da minha tia não apenas eles, mas também meus olhos que mudam de cor.
  88. Nunca vi um corpo e pretendo morrer sem ter visto.
  89. Já quis fazer Psicologia mas desisti por causa das aulas de anatomia.
  90. Falo Português e Inglês fluente, e me viro em Espanhol e Italiano se precisar. Até o final da vida, quero dominar todas essas línguas, bem como Francês e Árabe. Também adoraria estudar um pouco de Latim.
  91. As minhas memórias do ano em que me mudei para a Austrália são pouquíssimas, e mal consigo lembrar da maior parte.
  92. Fico envergonhada e vermelha com qualquer bobeira. Às vezes, sem motivo aparente.
  93. Meu ícone fashion é Blair Waldorf, personagem de Leighton Meester em Gossip Girl.
  94. Consigo ler e assistir a mesma história inúmeras vezes, por isso compro muitos livros  e sonho em ter uma biblioteca.
  95. Não bebo puramente porque detesto o gosto de álcool.
  96. Virei feminista graças à minha professora de Literatura do terceiro ano do colegial, mas defendo que toda mulher tem que ser livre para escolher que tipo de vida levar. Não é só porque eu, pessoalmente, não acredito em mulher como um ser doméstico que sou contra as que vêem prazer em serem donas de casa e mães ao invés de excelentes profissionais.
  97. Detesto assistir jornal porque me deprimo facilmente.
  98. Tive dois peixes Beta – a Faniquita e o Smilingüido – que morreram, e um cachorro Poodle Microtoy – Phil -, que ficou com depressão por morarmos num apartamento pequeno e foi doado pelos meus pais para alguém que cuidaria melhor. Nunca mais vou ter bichos de estimação na vida.
  99. Não gosto de festas e me contento (e muito!) em ficar em casa com um bom livro, filme ou na internet.
  100. Sou tão covarde que, se a minha vida fosse um filme de terror ou catástrofe, eu teria sido a primeira personagem a morrer.
- Brenda Nepomuceno