- A Sunny Place.

A vida, do jeitinho que eu a enxergo, no meu canto ao Sol. ;)

Um Sol, uma Lua e um Coração Sexta-Feira, 06/11/2009

Arquivado em: Textos e Poesias — Brenda Nepomuceno @ 01:36
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Um Sol, Uma Lua e um CoraçãoHá algum tempo atrás, numa aldeia, morava uma pequena mendiga. Seus pais haviam morrido quando ela tinha apenas seis anos de idade. Órfã desde então, sem outros parentes a quem recorrer, a garotinha passara a viver sozinha nas ruas, mas não absolutamente sem companhia. Ainda tinha dois grandes e inseparáveis amigos, mesmo sendo tão pobrezinha – o Sol e a Lua. A menina conversava com eles o tempo todo. Nos dias chuvosos, ela permanecia quieta, triste por não ter seu amigo a seu lado, mas assim acabou fazendo amizade com os pingos de chuva também. Seguiu sendo desse jeito até o fim de sua vida.

Um dia, os habitantes da aldeia encontraram-na morta na calçada onde costumava dormir. Alguns disseram ter sido o frio rigoroso daquele inverno que arrebatara a vida dela. O fato é que ninguém nunca soube mesmo o que aconteceu. A história dessa pobre mendiga só continua a ser contada por causa dos cobertores onde ela estava enrolada. Neles havia o desenho de um Sol, uma Lua e um coração…

Para o Sol, aquilo não mudava nada; brilhar era apenas sua obrigação. Para a Lua, aparecer no céu à noite era um hábito. Mas para aquela mendiga fez a diferença, tornando sua curta existência numa vida feliz.

Muitas vezes, algumas de nossas atitudes habituais podem impactar as pessoas sem que percebamos. Algo que fazemos constantemente pode ser a chave para mudar a vida de outra pessoa. Por isso, que todos os dias ao acordarmos, nos prontifiquemos a fazer o melhor até nas mais simples tarefas diárias. Este pode ser o primeiro passo a mudar a história de alguém e, por conseqüência, o mundo.

Brenda Nepomuceno

 

Dicas Para Blogar Terça-feira, 03/11/2009

Há uns dias atrás, o Dudu Soares (e “transimentando” um pouco o Thiago Mendonça) me perguntou sobre como é que fiz pro meu blog virar o que é (não que seja grande coisa… mas pelo menos você está lendo nesse momento!). Achei interessante e resolvi saldar as dúvidas não só dele, mas de outras pessoas que estejam começando a se entrosar na “blogosfera” há pouco tempo.

Vale ressaltar que meu blog não é nenhum sucesso absurdo de audiência, que o que eu fiz funcionou pra mim, que ninguém é igual a ninguém e que, embora alguns blogs se esforcem demais pra crescerem, não crescem, ao passo que outros, como o da minha mãe, não fazem nem força e explodem de visitas. É a vida! ;)

Lembrando disso, segue o que eu fiz:

1. (Provavelmente a coisa mais importante de todas:) Criei um blog no WordPress.

Vai por mim, já rodei por vários sites de hospedagem grátis e nenhum é tão bom. Apesar de que em sites como o MyBlog e o Blogger há maior liberdade de layout (é mais personalizável do que aqui, onde pra mudar é preciso entender bem CSS), é no WordPress que você encontrará os melhores layouts prontos. Sem aquela cara de pobre ou de amador, existem pra todos os gostos. Este é também o mais fácil de todos de mexer; não tem mágica, é muito bem explicadinho. Mais um benefício é que trata-se de uma hospedagem internacional, o que demonstra um pouco mais o quão bom o provedor é. Hoje em dia ele já pode ser encontrado totalmente em Português, o que facilita muito mais (na época que eu entrei, só havia em Inglês).

2. Desisti de ter um “diário virtual”, ao pé da letra.

Venhamos e convenhamos: a menos que você seja uma celebridade ( e ainda assim olhe lá; as celebridades brasileiras no Twitter, em sua maioria, por exemplo, são muito irritantes de se seguir, de tão entediantes), ninguém vai ter o menor interesse no que você comeu, onde foi e o que fez naquele dia – exceto talvez pelos seus pais, um ou outro namorado possessivo ou algum louco que esteja te perseguindo. É muita prepotência escrever sobre o seu café da manhã e achar que merece ter um blog bem freqüentado, e eu levei tempos pra cair na real. Não que não se possa contar sobre algo legal e interessante (ênfase no interessante, por favor) – muito pelo contrário. Mas é claro que as pessoas terão mais o que ler e comentar se você tiver um assunto bom sobre o qual escrever. Escritores de plantão, ponham a caneta (ou o teclado, nesse caso) pra funcionar e não tenham medo de publicar seus textos!

3. Divulgue que nem louco.

Aliás, é pra isso que o Twitter existe, não? Se não tem uma conta lá, faça hoje mesmo! Ha ha ha. Brincadeira, não é só pra isso. Mas que ajuda muito a divulgar, isso ele ajuda. Toda vez que posto algo aqui, por exemplo, coloco o link lá e a maioria dos meus amigos vê instantâneamente. Falando em amigos, aceite o fato de que alguns dos seus melhores amigos simplesmente não vão comentar/ler sempre (ou nunca!). Aprenda a ser aberto a isso e não levar como uma crítica à sua capacidade de escrever (embora algumas pessoas devessem considerar essa possiblidade, ha ha ha). Aos poucos, você conhecerá outras pessoas que se interessam e se identificam com as coisas que você posta e serão esses os seus melhores leitores. Pra fazer mais propaganda, vale tudo: medidas extremas como alugar um megafone e sair anunciando o endereço pela escola, ou coisas mais simples como divulgar no Orkut, Facebook, e-mail e até mesmo em videoblogs. Só tome cuidado pra não virar o Sr. Chato Insuportável Só-Porque-Só-Sabe-Criar-Spam-Divulgando-Seu-Blog!

4. Responda aos comentários que receber, seja no próprio post ou por e-mail.

Num belo dia, a Adriana Gonçalves encontrou um post meu que falava da Taylor Swift, comentou, eu respondi e foi daí que fiz uma das melhores amizades que já tive, sem contar que foi através dela que conheci a maior parte dos meus melhores amigos/leitores, que estão aqui comentando fielmente em praticamente todos os posts. O legal de responder no próprio post é que daí surgem ótimas discussões e todo mundo pode expressar suas opiniões. Eu tento sempre responder aos comentários e também por e-mail, se for a primeira vez que a pessoa comenta por aqui. Assim, elas se sentem encorajadas a voltar mais vezes.

5. Divirta-se!

O blog é, afinal, um lugar pra expressar o que passa pela sua cabeça, é um pedacinho de você mesmo nesse mundo virtual, que hoje em dia é quase tão real, se não mais, do que o mundo fora dos computadores. Divirta-se, escreva porque ama fazer isso e não porque se sente obrigado só por ter um blog, conheça novas pessoas, troque idéias, expanda seus horizontes. Desabafe, mas não faça de cada post uma reclamação constante, debata, intrigue-se, descubra. Cada ser humano é um mundo, cada blog também. A sua imaginação é o limite! :)

Brenda Nepomuceno

 

Deus me Mima DEMAIS. Domingo, 01/11/2009

Arquivado em: Diário — Brenda Nepomuceno @ 20:52
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Não quero dar uma de “Deus gosta mais de mim do que de vocês”, mas eu tinha que blogar. Bom, semana que vem eu vou conhecer Sydney – aquela cidade do Opera House, do “P. Sherman 42, Wallaby Way – Sydney” (ha ha ha!) e da Hillsong. Aham.

Acontece que há uns séculos teve uma promoção absurda pra comprar passagens pra lá, e meu pai aproveitou a oportunidade pra adquirir umas pra família toda. Ficou marcado, dia 8 de Novembro, então. Beleza. Eu já estava toda feliz, planejando o post que eu ia fazer falando sobre como conheci a Hillsong e tudo mais… É que eu tenho uma amiga que mora lá e congrega nessa igreja, então ela vai levar a gente pra conhecer. Tudo de bom, né?

Não, não tudo de bom. Ainda tem mais. Ontem, essa amiga deixa um recado pra minha mãe no Facebook, algo mais ou menos assim:

“Vocês vão mesmo vir pra Sydney mês que vem? É porque vai ser a gravação do CD novo da Hillsong e aí eu compro os ingressos pra vocês.”

Aham. Eu. Vou. Numa. GRAVAÇÃO. Da. Hillsong!!! Aham. Quase tive um treco do coração!

Só Deus mesmo pra fazer umas coisas dessas, porque nem planejado foi. Conhecer a Hills já era um sonho, mas ir na gravação de um CD era um sonho que eu nem me atrevi a sonhar! ;)

Brenda Nepomuceno

 

Talvez a Felicidade… Quarta-feira, 28/10/2009

“Talvez a felicidade não precise ser sobre as circunstâncias grandes e impressionantes, sobre ter tudo em sua vida no lugar. Talvez seja sobre amarrar juntos um monte de pequenos prazeres. Usar pantufas e assistir o concurso de Miss Universo. Comer um brownie com sorvete de baunilha. Chegar à fase 7 de Dragon Master e saber que ainda existem mais 20 fases pela frente. Talvez a felicidade seja só uma questão de pequenos incentivos – o semáforo que dizia “ande” no segundo em que você chegou lá – e desincentivos* – a etiqueta na parte de trás da sua gola que fica coçando – que aconteceram a cada pessoa durante o curso de um dia. Talvez todo mundo tenha a mesma medida proporcional de felicidade a cada dia. Talvez não importe se você é um queridinho conhecido mundialmente ou um nerd condoído. Talvez não importe se o seu amigo estiver possivelmente morrendo. Talvez você só passe por isso. Talvez isso seja tudo pelo qual você possa pedir.”

ANN BRASHARES
(numa tradução literal de seu livro The Sisterhood of the Traveling Pants)

Sei que já estou abusando de textos e trechos de livros de outros autores, de novo, mas é que tô numa correria aqui, agora que estamos nas últimas semanas de aula, chegando nas provas finais. Logo, logo eu volto pra escrever mais desse mundo de coisas que passa pela minha cabeça. Afinal, com provas ou sem provas, eu ainda escrevo muito aqui dentro da minha cuca – só não tenho tido tempo de colocar no papel virtual? Só se for.

*Meu Deus do céu, essa palavra existe?! o.O

Brenda Nepomuceno

 

A Vida É Um Enigma Segunda-feira, 26/10/2009

“Destino. Meu destino! Que coisa estranha a vida é – esse arranjo misterioso de uma lógica sem piedade em função de um propósito fútil. O máximo que se pode esperar dela é um pouco de auto-conhecimento, – e isso vem tarde demais – um pedaço de arrependimentos inapagáveis. Eu lutei com a morte. É a luta menos excitante que se pode imaginar. Acontece num cinza impalpável, sem nada sob os pés, nada ao redor, sem platéia, sem gritos, sem glória, sem um grande desejo de vencer, sem um grande medo de perder, numa atmosfera doentia de um cepticismo morno, sem muita fé nos seus próprios direitos, e ainda menos nos do seu adversário. Se esta é a maior forma de sabedoria, então a vida é um enigma ainda maior do que alguns de nós pensam.”

JOSEPH CONRAD

Pra mim, as aulas de Literatura são as mais difíceis, mas ao mesmo tempo são as minhas preferidas. Começamos um novo livro sempre comigo pensando “dessa vez eu não entendo nada e tiro notas baixas mesmo”, passa por dias e dias em que apenas sentamos lá e ouvimos nossa professora ler com aquele sotaque britânico *lindo de morrer* dela, e termina comigo geralmente amando o livro do qual eu falei muito mal antes de começar a ler. Se alguma coisa, aprendi com isso que não só não se deve “julgar um livro por sua capa”, mas também que não se deve julgar um livro por sua sinopse.

Heart Of Darkness, por exemplo, conta a história de Marlow e sua viagem pelo rio Congo, na África. Pensei que seria mais um clássico entediante, que relataria os horrores da escravidão – e é, com a exploração dos nativos como plano de fundo para a trama e muitas vezes descrições enfadonhas que te fazem querer largar o livro e não ler mais. Olhando, ou melhor, lendo mais profundamente, percebemos que é também uma obra-prima sobre o auto-conhecimento, a ganância e o propósito humano, cheio de metáforas brilhantes que captam a essência da jornada que todos fazemos para sabermos quem realmente somos. Em outras palavras, apaixonante. Entrou pra minha lista de livros preferidos.

Outro aspecto que deixou boquiaberta foi saber um pouco mais sobre o autor, Joseph Conrad. Nascido Jósef Teodor Konrad Korzeniowski, em Dezembro de 1857 em Berdichev (atual Ucrânia), Inglês era sua terceira língua, na qual ele só se tornou fluente depois dos seus vinte anos de idade – e foi nela que ele escreveu os romances que viriam a se tornar clássicos da Literatura Inglesa. Impressionante, e um exemplo absurdo de vida pra mim.

Um dia eu ainda vou ser a tradutora de vários clássicos Ingleses ainda não publicados em Português. Podem esperar! :)

Brenda Nepomuceno

 

Edição Platina de Fearless Domingo, 25/10/2009

Fearless Platinum EditionQuase um ano depois do lançamento de Fearless, o CD que levou à fama mundial a cantora country Taylor Swift, - sim, aquela que o tonto do Kanye West interrompeu no VMA. Sim, aquela que namorou o Joe Jonas. Mas também sim, aquela que esgotou seu show no Madison Square Garden em 1 minuto. Sim, aquela que foi a única artista country a ganhar um VMA, especialmente o de “melhor clipe feminino do ano”, You Belong With Me, contra o Single Ladies da Beyoncé. Sim, aquela que é a celebridade mais sincera e pé no chão que eu já ouvi falar. E principalmente, sim, aquela que eu vou mesmo ver pela segunda em Fevereiro, agora que o meu ingresso já chegou! :) - amanhã, dia 26 de Outubro, será lançada a Platinum Edition do mesmo álbum, contando com um DVD com bônus exclusivos e 6 novas canções. Se não levarmos em consideração Come In With The Rain, que vem do primeiro CD dela, auto-entitualado, e também a versão no piano da música escrita pro Joe, Forever And Always, são quatro músicas inéditas, Jump Then Fall, Untouchable, Superstar e The Other Side of The Door, totalmente naquele jeitinho country-Swift de ser. Que, em outras palavras, é a mesma coisa que ”perfeito”.

Fiquei apaixonada pelo encarte dessa nova versão, que segue a linha criativa-fofa-e-totalmente-adorável do Fearless original, pela nova versão – muito emocionante e emocionada –  de Forever And Always e, principalmente, pela música Jump Then Fall. Obviamente, traduzi pra colocar aqui:

“Eu gosto do jeito como você soa de manhã / Estamos no telefone e sem um aviso / Eu percebo que sua risada é o melhor som que eu já ouvi / Eu gosto do jeito como não consigo me manter concentrada / Te assisto falar, você não percebeu / Escuto as palavras mas tudo no que consigo pensar é que deveríamos estar juntos // E toda vez que você sorri, eu sorrio / E toda vez que você brilha, eu brilharei pra você // Woah, estou te sentindo, baby / Não tenha medo de pular e então cair / Pule e então caia em mim / Baby, eu nunca te deixarei / Diga que também quer ficar comigo / Porque vou permancer aqui durante tudo / Pule e então caia // Bem, eu gosto do jeito que seu cabelo cai no seu rosto / Você tem as chaves de mim, amo cada sarda no seu rosto / Oh, eu nunca me amarrei tanto antes / Eu gosto do jeito como você é tudo que eu sempre quis / Tive tempo de pensar bem nisso / Tudo o que posso dizer é chege mais perto / Respire fundo, pule e então caia em mim // E toda vez que você sorri, eu sorrio / E toda vez que você brilha, eu brilharei pra você // Woah, estou te sentindo, baby / Não tenha medo de pular e então cair / Pule e então caia em mim / Baby, eu nunca te deixarei / Diga que também quer ficar comigo / Porque vou permancer aqui durante tudo / Pule e então caia // O chão será tirado de sob os nossos pés / Eu te pegarei, eu te pegarei / Quando as pessoas falam coisas que te colocam nos seus joelhos / Eu te pegarei / O tempo chegará em que você ficará tão bravo que chorará / Mas te abraçarei a noite toda até você sorrir* // Woah, preciso de você, baby / Não tenha medo / Por favor, pule e então caia em mim / Pule e então caia em mim / Baby, eu nunca te deixarei / Diga que também quer ficar comigo / Porque vou permancer aqui durante tudo / Pule e então caia / Pule e então caia, baby / Pule e então caia em mim, em mim // E toda vez que você sorri, eu sorrio / E toda vez que você brilha, eu brilharei pra você / E toda vez que você estiver aqui, baby, eu te mostrarei / Te mostrarei, você pode pular e então cair / Pule e então caia / Pule e então caia em mim, em mim, yeah.”

*Fala se essa não é uma das frases mais fofas de todas as músicas da Taylor?!

Não vejo a hora de chegar aqui pra eu ter o meu CD! :)

Pra ver as fotos do encarte, clique nas miniaturas abaixo:

FPE Encarte: Superstar + The Other Side Of The Door  FPE Encarte: Forever And Always + Come In With The Rain  FPE Encarte: Jump Then Fall + Untouchable  FPE Encarte: Carta da Taylor
FPE Encarte: Contra-capa

Brenda Nepomuceno

 

Dicas Para Escrever Bem Sexta-Feira, 23/10/2009

“Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscada, conforme de conhecimento de V. Sa. Outrossim, tal prática advém de esmero excessivo e beira o exibicionismo narcisístico.

Evite abrev., etc.

Evite lugares-comuns como o diabo-foge-da-cruz.

Estrangeirismos estão out.

Tente ser seletivo no uso de gírias, mesmo que elas sejam maneiras, sacou?

Evite repetir a mesma palavra, pois esta palavra vai ficar repetida e a repetição vai fazer com que a palavra seja repetida.

Não abuse das citações. Como costumava dizer o meu pai: ‘Quem cita os outros não tem idéias próprias’.

Frases incompletas podem causar.

Não seja redundante, não há necessidade de dizer a mesma coisa de formas diferentes, isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.

Não use siglas desconhecidas, conforme recomenda a AGOP.

O exagero é 100.000.000 de vezes pior que a moderação.

Evite frases longas, pois dificultam a compreensão das idéias nelas contida e apresentam mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, assim, o leitor a separá-las em seus componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o que, afinal, não deveria ser parte do processo de leitura.”

MILTON ROBERTO Y GOYA

Extraído da Revista Seleções. Adoro! – o texto e a revista. ;)

Brenda Nepomuceno 

 

A Vida Não Espera Por Nós Quinta-feira, 22/10/2009

Arquivado em: Textos e Poesias — Brenda Nepomuceno @ 08:46
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“Quando meu sonho se realizar, eu vou ser feliz”.

Quantas pessoas já disseram ou acreditaram nisso? Quem nunca teve esse pensamento, que atire a primeira pedra. Eu, definitivamente, serei a última pessoa do mundo inteirinho a atirar – ou melhor, nem sequer vou me dar ao trabalho de procurar por uma pedra, já que seria a maior hipocrisia de todos os tempos.

Passei a vida inteira esperando por uma determinada época – quando virasse adolescente, quando começasse o colegial, quando tivesse minha formatura, quando a igreja crescesse, quando completasse quinze anos, quando fosse pra faculdade, quando me mudasse pra Austrália, quando voltasse pro Brasil… E não vejo nada de errado nisso. Aliás, é a esperança que, proveniente do verbo esperar, nos dá forças pra seguir em frente de acordo com a fé que temos em nossos sonhos. Sem ela, ninguém sobreviveria. É a fé no algo mais que nos permite respirar dia após dia, até nos momentos mais difíceis.

Só que chega um momento na vida em que você percebe que a esperança não é suficiente, que ela não está tão intrinsecamente ligada à felicidade quanto você pensava. E é aí que você entende que a vida é uma experiência única, não só porque apenas se vive uma vez, mas porque nenhuma história jamais será igual a outra. Ou seja, se você não encenar a peça da sua existência, não haverá um substituto para subir ao palco e assumir seu lugar – ou você vive a sua vida ou ela jamais será vivida.

E eu que escrevo histórias, que faço do papel milhares de mundos, cuja mente não se aquieta nenhum segundo sem tentar combinar palavras pra expressar as batidas do coração e suas diferentes intensidades… Vou eu deixar de viver a única história que eu jamais conseguiria colocar no papel? Ah não, muito obrigada.

Como diria Lacey Mosley, “a vida vive” e é aqui, agora. Eu não vou deixar de sonhar, mas também não vou mais ficar o tempo todo parada, esperando pelo dia em que vou “poder olhar para trás e sorrir“. Quero sorrir agora. Mesmo sonhando, mesmo sem desistir de tudo que mais quero nessa vida. A diferença, de agora em diante, é que eu não vou mais esperar sentada, de braços cruzados – vou estar esperando no meio da rua, dançando até mesmo debaixo da chuva, rindo do céu nublado.

Porque se a vida não espera por nós, eu é que não vou esperar por ela.

Brenda Nepomuceno

 

Para Minha Avó Terça-feira, 20/10/2009

Arquivado em: Textos e Poesias — Brenda Nepomuceno @ 06:45
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Sei que nunca fiz isso antes
Com a desculpa de estarmos distantes
Mas hoje quero todo o tempo compensar
E o amor que lhe dedico demonstrar

Você sempre esteve por perto
Torcendo para que eu fizesse o certo
E não consigo minha vida imaginar
Sem as cartas que você esteve a me mandar 

Toda menina precisa ter
Aquela amiga sempre a torcer
Por seu sucesso e felicidade
Mesmo que longe, em outra cidade 

Talvez eu não tenha sido muito agradecida
Pela bênção que é te ter em minha vida
Mas em palavras não consigo medir
Todo amor que por você sei sentir

Obrigada por ter me auxiliado
A caminhar, estando ao meu lado
Obrigada por todas as vezes
Que por mim você fez suas preces

 Eu te amo, querida avozinha
Obrigada por ser minha fada madrinha
Muito na vida ainda vou conquistar
Para muita alegria ao seu coração dar.

Brenda Nepomuceno
(Originalmente escrito em 24.12.07 )
Dedicado a Maria Aparecida Nepomuceno Martins, a vó Cidinha. :)

 

Conversando no Twitter… com o Flyleaf! :) Segunda-feira, 19/10/2009

Flyleaf

Da esquerda pra direita: Sameer, Pat, Lacey, James e Jared - Flyleaf.

O post de hoje nem era sobre isso – era sobre a casa nova. Mas não dá. Eu tenho que blogar!

Todo mundo aqui sabe do quanto eu totalmente amo Flyleaf? Não? Não sabem nem o que é isso? Então calma. Esse “negócio” é simplesmente a melhor banda de todos os tempos, pela qual sou apaixonada há uns bons três anos e faço até parte do fã-site oficial brasileiro deles aqui.

Acontece que dia 10 de Novembro eles lançam seu segundo álbum, depois de 4 anos sem CDs novos. Memento Mori é uma das melhores coisas que fará com que o mês que vem seja tão bom pra mim, na verdade.

Mas o que o Twitter tem a ver com isso, você me pergunta? Ah sim. Nesse clima todo de CD novo, eles finalmente criaram uma página no site, @flyleafmusic e comecei a seguí-los. O Flyleaf BR começou um abaixo-assinado pra trazer eles pra cá, então “twittei” a banda falando sobre o quanto gostamos deles por aqui aí, com o link das assinaturas. E não é que o Jared, o guitarrista e meu preferido (depois da Lacey, que é meu modelo de vida, é claro), me respondeu?!?! É, quase morri:

 

flyleafmusic @brenepomuceno we would love to come to brazil! hopefully we can sometime :)

“Amaríamos ir ao Brasil! Espero que possamos algum dia :)”
http://twitter.com/flyleafmusic/status/4977292535

  

E não só fiquei besta com a resposta como também com o fato de que, finalmente, o abaixo-assinado chegou neles. Ou seja: agora o sonho de tê-los no Brasil fica muito mais plausível. :D :D :D

(Não que seja muito útil pra mim. Mais ainda assim – fui eu quem teve a idéia do abaixo-assinado, quando ainda morava aí. Vou ficar “hiper-tripler” feliz  se conseguir levá-los praí. E como vou! E quem sabe eu também não “vou” prestigiá-los em solo brasileiro? É, sonhar ainda é de graça, pessoal!)

E pra quem ainda não conhece, fica aqui o clipe recém lançado deles, do clipe atual, Again:

 

 

E o meu preferido, Sorrow:

 

 

Quer mais Flyleaf?

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Brenda Nepomuceno