- A Sunny Place.

A vida, do jeitinho que eu a enxergo, no meu canto ao Sol. ;)

SI: Opera House Sábado, 21/11/2009

da série “Sydney Impressiona pela…”

E pra fechar com chave de ouro a série “Sydney Impressiona” aqui no blog, sobre os lugares fofos daquela cidade que me encantaram, resolvi deixar a Opera House por último. Cartão-postal do país e um dos lugares mais famosos do mundo, não há como visitar a cidade sem dar uma passadinha por lá. É obrigatório. E eu duvido que qualquer pessoa que pise lá jamais vai dizer que a Opera House é qualquer coisa que não seja ao menos fantástica.

A única coisa que fizemos questão mesmo de ver foi ela. Chegamos no domingo, debaixo de chuva, encontramos nossa amiga no Queen Victoria Building só pra ir direto pra Circular Quay, de onde tivemos a primeira visão da Opera House, de frente pra Harbour Bridge, quase coberta pela neblina. Lindo demais! Andamos até lá… E fiquei bem surpresa ao perceber que não é um prédio só, são várias “cascas de laranja” (acredite ou não, foi isso que inspirou o arquiteto a criar o lugar), e que todos eles são cobertos de azulejos. Cada detalhe descoberto só faz ser ainda mais lindo.

De frente pro Jardim Botânico, pra Harbour Bridge e pro mar, acho que a parte mais fascinante é a artisticidade do lugar. No domingo em que estive lá, um ensaio de uma orquestra juvenil acontecia – ou seja, crianças lindas (e uns bonitões também, de brinde!) com seus instrumentos pra tudo quanto é lado! Fiquei totalmente apaixonada! Um dia, porém, quero voltar e assistir a um espetáculo lá dentro, pra completar a experiência cultural mais fantástica que alguém pode ter na vida – exceto, é claro, por assistir ao “Fantasma da Ópera” na Brodway! ;)

 

 

O quê?  Ópera de Sydney (Sydney Opera House).
Onde?  Bennelong Point na Baía de Sydney (Sydney Harbour).
Quando? No primeiro momento em que você pisar na cidade.
Pra quê? Pra se deslumbrar e pra uma dose colossal de cultura.

Brenda Nepomuceno

 

Eu JÁ assisti Lua Nova! :D Quinta-feira, 19/11/2009

É, FICOU UM POST ENORME. MAS O ASSUNTO VALE A PENA! ;)

Interrompendo a Semana “Sydney Impressiona” (mas não se preocupem porque ainda faltam alguns posts), eu tive que vir contar sobre “Lua Nova”! Uma das muitas vantagens de morar na Austrália é viver no futuro. Embora a maioria dos filmes leve meses pra chegar aqui (e não me pergunte o por que – permanece um mistério pra mim até hoje!), grandes estréias mundiais como a sequência do blockbuster “Crepúsculo”, chegam aqui na data – se não antes, como foi o caso desta vez. Noite passada foi a pré-estréia do filme, meia-noite do dia 19. Fantástico, é o que tenho a dizer. Mas não foi só o que eu assisti, nem o lugar em que foi exibido ou as pessoas com quem eu estava que tornaram aquele num dia inesquecível… foi a minha própria burrice.

Simples assim: compramos ingressos para a sessão especial da meia-noite, na Mansão de Werribee – na verdade, uma sessão dupla: primeiro uma reprise de Twilight às 21:00h e então New Moon às 00:01h – ao ar livre, sob as estrelas, com aquele prédio maravilhoso ao fundo. Acordei toda empolgada, só pra blogar, me arrumar e sair. Pois bem, peguei um trem, encontrei minha amiga e fomos juntas até lá, só pra descobrirmos, quando faltavam 15 minutos pros portões abrirem, que eu, burra, tinha esquecido os ingressos em casa. Aham, podem acreditar. E tínhamos levado uma hora e meia pra chegar lá. Pânico total, muitas ligações pra minha mãe e um belo chororô depois, pegamos um táxi de volta pra minha casa, pegamos os ingressos e voltamos pra lá. E tudo só pra descobrir que só estávamos com um par de ingressos. Aham, drama total. Cinco minutos tentando convencer a mulher do portão de que tínhamos os ingressos (só que em casa :S) e ela finalmente nos deixou entrar, nem dez minutos após o início do primeiro filme – o Edward nem tinha aparecido pela primeira vez ainda! :D

*A PARTIR DAQUI, SPOILERS SOBRE O FILME. QUER SER SURPREENDIDO NA ESTRÉIA? ENTÃO PULE ESSA PARTE!*

Assistir o primeiro filme foi ótimo pra relembrar, considerando que eu só tinha assistido uma vez antes (é, prefiro mil vezes os livros), mas “Lua Nova” foi um show à parte, desde bem no comecinho, quando aparece uma lua dourada maravilhosa, que vai gradualmente sendo obscurecida pra mostrar o título. Fantástico. Fiquei surpresa ao ver a Bella correndo em Volterra logo no primeiro segundo de filme – mas é claro que era só um dos sonhos dela. Essa sequência tem uma vibe bem mais feliz, com a Kristen Stewart falando como uma pessoa viva, e não aqueles sussurinhos roucos do primeiro, até mesmo quando ela está em depressão. Aliás, minha decepção foi perceber que só dez minutos tinham se passado quando a festa de aniversário da Bella começou – o que é, claro, seria sucedida pela tragédia da Saga, quando o besta do Edward vai embora. Achei que iria morrer de chorar quando ele falasse “eu prometo que esta é a última vez que você me verá”, mas os (quase) soluços vieram mesmo algumas cenas depois, com a protagonista deprimida, sentada na janela, enquanto a câmera gira e os meses – “Outubro”, “Novembro”, “Dezembro” – aparecem na tela, ao som da narração da própria Bella.

Um dos melhores aspectos do filme, na minha opinião, é que ela, na verdade, passa o filme inteiro narrando a história através de e-mails (que incluem a frase mais triste do filme – “a ausência dele está em todos os lugares que eu olho. É como se um buraco enorme tivesse sido cavado no meu peito.”) que ela manda para a Alice. É, isso não existe no livro, eu sei. Aliás, muita coisa não é fiel ou tão bem retratada quanto no original – e é provavelmente por isso que amei essa adaptação, já que odeio aquele livro depressivo. Uma das coisas é o próprio Jacob e o relacionamento dele com a Bella. No filme, ele é menos “nem aí”, sarcástico e muito mais vulnerável, como um menino de 16 anos mesmo, do que no livro, o que o torna muito mais apaixonável. Eu, que detestava ele, acho que não só gosto como o entendo agora. Acho que às vezes é preciso experimentar pra entender…

Ele e a Bella ficam muito mais grudadinhos, quase se beijando várias vezes. E embora isso (quase) faça com que ela pareça muito sem vergonha, acho que no filme é muito mais claro como ela não está exatamente incentivando ele… Pelo menos, não tanto. Tudo bem, estou defendendo a Bella – que milagre! Mas dá pra compreender todo mundo muito melhor agora, pelo menos é o que eu acho. Não sei se foram as mudanças no filme ou em mim, mas que eu consigo me identificar muito mais agora, isso é verdade.

Embora tenha uma duração de duas horas, “Lua Nova” parece contar a história toda com muita pressa, o que fez com que algumas alterações imprescindíveis acontecessem. Como deu pra ver no trailer, ela não só ouve como vê o Edward toda vez que se coloca em perigo; a melhor cena do livro, quando eles voltam da Itália no avião e ela acha que está sonhando, não existe; e muitos outros detalhezinhos. Mas eles compensaram.

A Dakota Fanning no papel da Jane é absolutamente fantástica, com uma autoridade e (uma falta de) expressão absurdas. Quando a Bella se afoga e está lá boiando, o Edward aparece boiando também, com um braço tocando sua amada, na cena mais impressionante do filme inteiro. O confronto dos Cullen com os Volturi (que são todos fantásticos, na verdade) é muito melhor do que no livro, com a Bella implorando pra dar sua vida no lugar do amado dela. O Edward, quando liga pra saber se ela tinha morrido mesmo, aparece na frente de uma janela de cara pro Cristo Redentor, no Rio. E é claro, a última cena do filme, quando ele a pede em casamento, é o final perfeito. Fiquei perdidamente apaixonada por tudo, tudo mesmo! :D

*OS SPOILERS ACABAM AQUI.*

Resumindo, “Lua Nova” é mil vezes melhor que “Crepúsculo” e todo mundo deveria conferir na primeira sessão possível! :D

Brenda Nepomuceno

 

SI: Hillsong Church Terça-feira, 17/11/2009

da série “Sydney Impressiona pela…”

No domingo à tarde, demos uma passadinha rápida pra conhecer um dos prédios da igreja Hillsong. E tenho que confessar: ao ver o “Jesus Hope For Humanity”  na parede, fiquei muito mais emocionada do que quando vi o Opera House. O culto já estava acabando (mas não tínhamos mesmo planejado em ir porque iríamos à noite na gravação/noite de oração), então  estava cheio de gente esperando algum dos ônibus da igreja passarem. Entramos, conhecemos tudo lá por dentro (as fotos ficaram horríveis, não me pergunte por quê. :S) – a sala em que o culto acontece, bem menor do que eu esperava, as outras salas onde as outras atividades são organizadas, como a parte das crianças, e a livraria da igreja. Obviamente, com (quase) tudo que você possa imaginar da Hillsong e algumas outras coisinhas cristãs que não são deles ( CDs da PlanetShakers, por exemplo!). Enlouquecedora. Comprei o CD mais recente do United e a Bíblia que eu sempre quis – The Message. Essa versão não existe em Português e é fantástica, numa linguagem suuuper coloquial, parece até que você está lendo uma coisa totalmente nova. Já li Filipenses nela (meu livro preferido) e é como se eu não tivesse lido umas 50 mil vezes antes… Tem até pontos de exclamação! Ha ha ha.

Saindo da igreja, resolvemos pegar o ônibus (escrito Hillsong na lateral!) pra ir pra estação e então seguir pro lugar da gravação do CD. Nem precisamos – o ônibus ia direto pra lá. Suuuuuper emocionante andar no ônibus da Hillsong! :D

Chegamos no ginásio bem em cima da hora, quando os portões estavam se abrindo, não conseguimos um lugar mais perto do palco, então fomos parar lá nas últimas fileiras – bem de frente pro palco, com a melhor visão, na minha opinião. Uma hora de espera, e finalmente, o bonitão do Joel Houston sobe lá. Uau…. Uau. Não tem outra palavra – a sensação era… Uau.

Embora não tenha sido a mesma coisa que no último show deles que eu fui (o primeiro deles no Brasil) – 1. porque não era United, era Hillsong; 2. porque não era num estádio de futebol, era num ginásio menor; 3. porque não estava lotado com brasileiros (embora tivessem vários lá), mas sim com australianos -, foi fantástico. Mesmo sem a Darlene Zschech (estou começando a achar que ela nem existe – porque eu nunca consigo ver a mulher com os meus próprios olhos, caramba! Ha ha ha), foi altamente fantástico. Fiel ao estilo Hillsong de ser – isto é, pelo menos até a Brooke Fraser subir ao palco. Há, aí o negócio vai pra um nível ainda mais alto, se é que é possível. Uau. Fantástico. Intercalando músicas com orações conduzidas por diversos pastores, foi tão bom que todo mundo tem que comprar esse CD novo assim que sair. Total.

 

 

 

(Vai ficar melhor pra ver a igreja no vlog. Não tiramos muitas fotos e as poucas que tiramos ficaram bem ruim. :S)

O quê?  Igreja Hillsong.
Onde? 188 Young St, Waterloo / 1-5 Solent Circuit, Norwest Blvd, Baulkham Hills / 5 Watsford Road, Campbelltown.
Quando? Finais de semana – consulte os horários de culto aqui.
Pra quê? Tá brincando?! Pra realizar o sonho da sua vida! E louvar a Deus, é claro! ;)

Brenda Nepomuceno

 

SI: Balmain Segunda-feira, 16/11/2009

Arquivado em: Austrália, Diário, Imagens — Brenda Nepomuceno @ 08:59
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da série “SI: Sydney Impressiona por…”

Quando você pega um ferry (barco que serve como meio de transporte público lá em Sydney) pra passar em frente à Opera House e à Harbour Bridge (porque esta é a melhor forma de conseguir uma ótima foto), provavelmente fará uma paradinha em Balmain, um dos pontos do ferry. É um bairro de frente pra água, cheio de casas lindas de morrer, com vista pro cartão-postal da cidade… E o parquezinho mais fofo de todos.

Quando paramos lá, pra algumas pessoas desembarcarem, eu já estava babando na casa maravilhosérrima com piscina de frente pro mar… Foi aí que eu enxerguei o parque vizinho a ela. Na beira da água, todo arrumadinho e fofo, é um daqueles lugares que te fazem querer passar o dia todo lá parado – lendo um livro ou apenas conversando com alguém. Fofo, fofo, fofo, toda a vida!

A parte chata foi que, como tínhamos hora pra pegar o vôo, não descemos do barco, então só pude ver o parquezinho. Da próxima vez, entretanto, quero ir fazer um piquenique lá, porque me apaixonei por aquele lugarzinho!

 

eu + casa maravilhosa + station

parquezinho + station

O quê? Parque fofo.
Onde? Próximo ao ponto de ferry de Balmain.
Quando? Num belo dia ensolarado.
Pra quê? Sentar, ler, conversar, relaxar…

Brenda Nepomuceno

 

SI: Circular Quay Domingo, 15/11/2009

da série “SI: Sydney Impressiona pelo…”

Pronunciado “Circular Key” (estranho até pros padrões da Língua Inglesa – é, eu sei!), situa-se na Sydney Harbour e é caminho para o famoso Opera House, cartão postal da cidade. Com vários barcos (lá eles são meio de transporte público!) saindo pros mais diversos pontos da baía e muitos restaurantes à beira d’água, o lugar abriga vários eventos durante o ano, incluindo apresentações de artistas aborígenes praticamente todos os dias. Um dos quais, falando nisso, até pediu minha mãe em casamento, HA HA HA!

Embora seja talvez um dos pontos mais badalados da região, aquele pedacinho me encantou de uma maneira peculiar. Ao longo de toda a extensa calçada, existem placas no chão com nomes e informações sobre grandes escritores, como Mark Twain, um escritor americano que lançou clássicos como “As Aventuras de Tom Sawyer” e “O Príncipe e o Mendigo” (The Prince And The Pauper), e Joseph Conrad (de quem já falei aqui). Chamada de “Writers Walk” (Caminho dos Escritores), é muito emocionante. Ainda mais lindo é o texto do Ministro das Artes, na placa que abre a calçada:

“O que somos e como nos vemos evolui-se fundamentalmente da palavra falada e escrita. O Caminho dos Escritores demonstra que esse processo evolucionário continua a canalizar os pensamentos e percepções, as esperanças e os medos dos escritores que conheceram esta cidade e seu povo.”  – A calçada foi dedicada em 13 de Fevereiro de 1991 pelo Honorável Peter Collins, então Ministro das Artes do território de New South Wales.

É, eu sei, tenho sérios problemas mentais, aparentemente. Acho que me apaixonar por uma loja de diários antigos e penas de escrever e depois me encantar por uma calçada cheia de placas sobre grandes escritores é caso de internação, não? ;P 

 

writers walk

escada + restaurantes + harbour bridge

 

O quê? Writers Walk.
Onde? Circular Quay, Sydney.
Quando? Em seu caminho para o Opera House.
Pra quê? Uma dose extra de cultura (e de beleza, vai, porque a vista é linda demais!).

Brenda Nepomuceno

 

SI: Queen Victoria Building Sábado, 14/11/2009

da série “SI: Sydney impressiona pelo…”

Assim que chegamos ao centro de Sydney no domingo pela manhã, paramos na esquina de um prédio maravilhosérrimo pra esperarmos pela nossa amiga brasileira que passaria o dia dando uma de guia pra gente (a mesma fofa com quem a gente fez um tour por Melbourne há uns tempos atrás).

Como estava chovendo e o prédio era na verdade um shopping, minha mãe e eu não resistimos à tentação e fomos esperar do lado de dentro. Ainda bem. O Queen Victoria Building, um prédio construído em 1898 epecialmente pra que o Governo pudesse dar emprego a artesãos como pedreiros e artistas de vitrais, já abrigou uma sala de espetáculos, uma biblioteca e até mesmo o conselho municipal de Sydney, foi quase foi demolido em 1959 e hoje é  cheio de lojas das marcas mais caras e famosas que se pode encontrar, como Swarovski, Salvatore Ferragamo e Dolce & Gabbana.

Por isso só, já seria impressionante, mas não. O lugar ainda tem que ser absolutamente deslumbrante, de arquitetura Romanesca, repleto de vitrais fantásticos, rococós por tudo quanto é lado, elevadores daqueles antigos, super lindos, e até mesmo um relógio que é um castelo. E pra deixar tudo ainda mais estonteante, todos os anos quando chega perto do Natal, eles montam a maior árvore de Natal coberta com cristais Swarovski do mundo inteiro! Com mais de 60.000 pequenas luzes e milhares de pingentes de cristal, a árvore passa por todos os andares do prédio, tornando o passeio ainda mais encantador.

E de bônus, encontrei lá a loja da minha vida: chamada Florence Australia, é só de artigos de papelaria importados da Itália – mas não qualquer papelzinho ou caneta. A loja é toda antiga, cheia de canetas tinteiro em forma de penas, cadernos que parecem ser tesouros do século passado e máscaras venezianas cobrindo as paredes. Lindo de morrer. Já até deixei avisado pra minha mãe que no dia que alguém quiser me dar o presente mais fantástico da minha vida é só comprar um diário com fechadura e uma pena (e uma daquelas máscaras fantásticas também não faria mal nenhum)! :)

 

o prédio + as lojas + o relógio de castelo

elevador + árvore de cristais + vitrais + eu

 

O quê? Queen Victoria Building.
Onde? 455 George Street, Sydney.
Quando? Próximo à época de Natal, especialmente.
Pra quê? Compras, cafés e um pouquinho de deslumbramento! :)

Brenda Nepomuceno

 

Sydney Impressiona… Sexta-Feira, 13/11/2009

O farol na Darling Harbour

Como contei bem rapidinho por aqui anteriormente, final de semana passado eu fui pra Sydney, conhecer a cidade que estava no meu caderno de sonhos desde que eu era mais nova.

Valeu a pena: mesmo acordando às quatro da madrugada em pleno domingo pra pegar o vôo, mesmo desbravando a cidade debaixo de chuva, mesmo ficando de TPM em plena viagem… Ah, como valeu a pena! Visitar o Opera House? Conhecer a Hillsong? Ir na gravação do CD novo deles? Subir num farol de verdade e ver a Darling Harbour inteira? Andar de monotrilho? Ver uma árvore de Natal quilométrica coberta de cristais Swarovski no shopping mais lindo do mundo? Visitar um aquário onde você anda debaixo do mar? Com uma amiga brasileira que  mora lá e nos serviu de guia, ainda por cima? Ah, deixe-me dizer: tudo isso não tem preço. Tanto é que num post só não daria nem pra sequer começar a contar tudo o que foram aqueles dois dias. 800 fotos (e não, eu não estou exagerando), muitas filmagens e diversos momentos inesquecíveis depois, cheguei à conclusão, no avião mesmo, de que teria que escrever uma série de posts sobre Sydney pra vocês.

Então é isso: não deixem de conferir uma semana inteirinha de textos sobre aquela cidade encantadora que todo mundo deveria ter o privilégio de visitar pelo menos uma vez na vida! Vou escrever sobre os meus cantinhos preferidos, sobre a gravação da Hillsong, umas reflexões que me ocorreram naqueles dias e muito mais. Espero mesmo que vocês gostem e se sintam encorajados a se planejarem pra vir pra cá! :)

Brenda Nepomuceno

 

Em Sydney… Terça-feira, 10/11/2009

Arquivado em: Austrália, Diário, Imagens — Brenda Nepomuceno @ 08:52
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Eu fui na Hillsong, eu fui, eu fui! :D

Opera House, olha eu aí! ;)

… eu até já sabia quando o cansaço estava ficando “brabo” - era quando eu começava, do nada, a ver pessoas conhecidas em tudo quanto é canto, do Opera House até na gravação do CD da Hillsong! :P

Em breve muitos, mas muitos posts mesmo sobre a minha viagem. Vlog inclusive!

Brenda Nepomuceno

 

Um Sol, uma Lua e um Coração Sexta-Feira, 06/11/2009

Arquivado em: Textos e Poesias — Brenda Nepomuceno @ 01:36
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Um Sol, Uma Lua e um CoraçãoHá algum tempo atrás, numa aldeia, morava uma pequena mendiga. Seus pais haviam morrido quando ela tinha apenas seis anos de idade. Órfã desde então, sem outros parentes a quem recorrer, a garotinha passara a viver sozinha nas ruas, mas não absolutamente sem companhia. Ainda tinha dois grandes e inseparáveis amigos, mesmo sendo tão pobrezinha – o Sol e a Lua. A menina conversava com eles o tempo todo. Nos dias chuvosos, ela permanecia quieta, triste por não ter seu amigo a seu lado, mas assim acabou fazendo amizade com os pingos de chuva também. Seguiu sendo desse jeito até o fim de sua vida.

Um dia, os habitantes da aldeia encontraram-na morta na calçada onde costumava dormir. Alguns disseram ter sido o frio rigoroso daquele inverno que arrebatara a vida dela. O fato é que ninguém nunca soube mesmo o que aconteceu. A história dessa pobre mendiga só continua a ser contada por causa dos cobertores onde ela estava enrolada. Neles havia o desenho de um Sol, uma Lua e um coração…

Para o Sol, aquilo não mudava nada; brilhar era apenas sua obrigação. Para a Lua, aparecer no céu à noite era um hábito. Mas para aquela mendiga fez a diferença, tornando sua curta existência numa vida feliz.

Muitas vezes, algumas de nossas atitudes habituais podem impactar as pessoas sem que percebamos. Algo que fazemos constantemente pode ser a chave para mudar a vida de outra pessoa. Por isso, que todos os dias ao acordarmos, nos prontifiquemos a fazer o melhor até nas mais simples tarefas diárias. Este pode ser o primeiro passo a mudar a história de alguém e, por conseqüência, o mundo.

Brenda Nepomuceno

 

Dicas Para Blogar Terça-feira, 03/11/2009

Há uns dias atrás, o Dudu Soares (e “transimentando” um pouco o Thiago Mendonça) me perguntou sobre como é que fiz pro meu blog virar o que é (não que seja grande coisa… mas pelo menos você está lendo nesse momento!). Achei interessante e resolvi saldar as dúvidas não só dele, mas de outras pessoas que estejam começando a se entrosar na “blogosfera” há pouco tempo.

Vale ressaltar que meu blog não é nenhum sucesso absurdo de audiência, que o que eu fiz funcionou pra mim, que ninguém é igual a ninguém e que, embora alguns blogs se esforcem demais pra crescerem, não crescem, ao passo que outros, como o da minha mãe, não fazem nem força e explodem de visitas. É a vida! ;)

Lembrando disso, segue o que eu fiz:

1. (Provavelmente a coisa mais importante de todas:) Criei um blog no WordPress.

Vai por mim, já rodei por vários sites de hospedagem grátis e nenhum é tão bom. Apesar de que em sites como o MyBlog e o Blogger há maior liberdade de layout (é mais personalizável do que aqui, onde pra mudar é preciso entender bem CSS), é no WordPress que você encontrará os melhores layouts prontos. Sem aquela cara de pobre ou de amador, existem pra todos os gostos. Este é também o mais fácil de todos de mexer; não tem mágica, é muito bem explicadinho. Mais um benefício é que trata-se de uma hospedagem internacional, o que demonstra um pouco mais o quão bom o provedor é. Hoje em dia ele já pode ser encontrado totalmente em Português, o que facilita muito mais (na época que eu entrei, só havia em Inglês).

2. Desisti de ter um “diário virtual”, ao pé da letra.

Venhamos e convenhamos: a menos que você seja uma celebridade ( e ainda assim olhe lá; as celebridades brasileiras no Twitter, em sua maioria, por exemplo, são muito irritantes de se seguir, de tão entediantes), ninguém vai ter o menor interesse no que você comeu, onde foi e o que fez naquele dia – exceto talvez pelos seus pais, um ou outro namorado possessivo ou algum louco que esteja te perseguindo. É muita prepotência escrever sobre o seu café da manhã e achar que merece ter um blog bem freqüentado, e eu levei tempos pra cair na real. Não que não se possa contar sobre algo legal e interessante (ênfase no interessante, por favor) – muito pelo contrário. Mas é claro que as pessoas terão mais o que ler e comentar se você tiver um assunto bom sobre o qual escrever. Escritores de plantão, ponham a caneta (ou o teclado, nesse caso) pra funcionar e não tenham medo de publicar seus textos!

3. Divulguei (e ainda divulgo!) que nem louca.

Aliás, é pra isso que o Twitter existe, não? Se não tem uma conta lá, faça hoje mesmo! Ha ha ha. Brincadeira, não é só pra isso. Mas que ajuda muito a divulgar, isso ele ajuda. Toda vez que posto algo aqui, por exemplo, coloco o link lá e a maioria dos meus amigos vê instantâneamente. Falando em amigos, aceite o fato de que alguns dos seus melhores amigos simplesmente não vão comentar/ler sempre (ou nunca!). Aprenda a ser aberto a isso e não levar como uma crítica à sua capacidade de escrever (embora algumas pessoas devessem considerar essa possiblidade, ha ha ha). Aos poucos, você conhecerá outras pessoas que se interessam e se identificam com as coisas que você posta e serão esses os seus melhores leitores. Pra fazer mais propaganda, vale tudo: medidas extremas como alugar um megafone e sair anunciando o endereço pela escola, ou coisas mais simples como divulgar no Orkut, Facebook, e-mail e até mesmo em videoblogs. Só tome cuidado pra não virar o Sr. Chato Insuportável Só-Porque-Só-Sabe-Criar-Spam-Divulgando-Seu-Blog!

4. Respondo aos comentários que recebo, seja no próprio post ou por e-mail.

Num belo dia, a Adriana Gonçalves encontrou um post meu que falava da Taylor Swift, comentou, eu respondi e foi daí que fiz uma das melhores amizades que já tive, sem contar que foi através dela que conheci a maior parte dos meus melhores amigos/leitores, que estão aqui comentando fielmente em praticamente todos os posts. O legal de responder no próprio post é que daí surgem ótimas discussões e todo mundo pode expressar suas opiniões. Eu tento sempre responder aos comentários e também por e-mail, se for a primeira vez que a pessoa comenta por aqui. Assim, elas se sentem encorajadas a voltar mais vezes.

5. Divirto-me!

O blog é, afinal, um lugar pra expressar o que passa pela sua cabeça, é um pedacinho de você mesmo nesse mundo virtual, que hoje em dia é quase tão real, se não mais, do que o mundo fora dos computadores. Divirta-se, escreva porque ama fazer isso e não porque se sente obrigado só por ter um blog, conheça novas pessoas, troque idéias, expanda seus horizontes. Desabafe, mas não faça de cada post uma reclamação constante, debata, intrigue-se, descubra. Cada ser humano é um mundo, cada blog também. A sua imaginação é o limite! :)

Brenda Nepomuceno